DIVÓRCIO E FÉRIAS - ESPECIAL FÉRIAS GRANDES - 3

13.7.17
Há cada vez mais divórcios em Portugal.  O Pordata apontava uma taxa de 70,4% em 2013, o que se revela ser um número enorme e uma realidade, em Portugal.

Felizmente, há cada vez mais divórcios a correrem bem - ou seja, com adultos a assumirem a sua parte de responsabilidade - nomeadamente quando há criança pelo meio. Ainda assim, aqui ficam 3 dicas para que o processo possa correr da melhor maneira. Há imensas outras sugestões que podemos dar mas se estas 3 estiverem asseguradas, tudo o resto flui.

E vê e partilha o vídeo!




1. O divórcio - ou uma separação - pode ser um momento angustiante para qualquer pessoa envolvida. Ainda mais para uma criança. Daí que seja fundamental que todas possam ser acompanhadas por um dos adultos [de preferência pelos dois] de forma a assegurar que os sentimentos são acolhidos e a segurança da vida mantida. E ter pais com paciência é fundamental. Mas estes pais também têm de tratar de si

2. Uma vez que a realidade passa a ser outra, é importante a nova forma de família que se constitui ganhe novas rotinas. São elas que dão a tal segurança que falei acima. Ir a casa de amigos ao fim-de-semana, encontrar um novo local para as férias grandes, cuidar de uma horta ou de uma animal ajudar a canalizar as emoções e a dar um novo ânimo aos dias.

3. Todos os especialistas estão de acordo: o divórcio pode não ser algo que as crianças desejem mas as boas notícias é que elas têm uma enorme capacidade em se adaptarem. Contudo, o que causa mais stress, mais sofrimento, tristeza e angústia são as discussões e os desentendimentos entre os pais. Seria muito interessante que cada vez mais casais se preparassem para a separação, tratassem de si e das suas mágoas e pudessem olhar sempre para o superior interesse da criança, sempre. Podemos e devemos continuar a ser família apesar do divórcio. Quem é que nos disse o contrário?

Comenta este post e deixa-nos as tuas dicas - de quem está a viver um divórcio ou cujos pais se divorciaram e tudo correu bem!!

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Continua a ler mais dicas
#1
#2

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2 comentários:

  1. Mesmo num divórcio amigável, a angústia das crianças e a nossa própria angústia dificultam a paciência constante necessária. E a procura de novas rotinas que a todos se adequem é mesmo muito complicado.
    O que posso garantir, pelo menos pela minha experiência de mãe de dois filhos, divorciada amigavelmente há 18 meses é que quando conseguimos ultrapassar a angústia, quando estamos confortáveis com as novas rotinas, tudo melhora substancialmente e as crianças permanecem felizes estando com o pai ou com a mãe.
    As crianças felizes primeiro, sempre! É o nosso lema.

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  2. Por mais amigável que seja, há sempre um luto a fazer e enquanto choramos (às vezes literalmente) e nos culpabilizamos, nem sempre conseguimos dar o nosso melhor com as criaças. Em dias assim, durante a época de luto, eu declarava (a mim prória, na minha cabeça) serviços minimos e fazia o que podia, como podia, tendo presente que amanhã havia de ser/fazer melhor.
    No fim ficámos muito melhor do que estávamos. Damos-nos melhor agora, eu e o pai das minhas filhas, do que quando estavamos juntos. Há pouco mais de um ano eu encontrei o meu companheiro e o pai das meninas tem um relacionamento recente. As meninas, à maneira delas, pediram aos 2 "autorização" para gostarem dos repetivos e depois de falarmos sobre isso ficaram super bem e gostam imenso dos nossos companheiros.
    A mudança doeu mas valeu bem a pena. Foi há quase 4 anos.

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